TAAG – Crescer em novos destinos
01 Jan 2012

TAAG – Crescer em novos destinos

Henrique Batalha

Há quatro anos como delegado da TAAG – Linhas Aéreas de Angola em Cabo Verde, Henrique Batalha é um homem com a ambição de tornar a companhia aérea angolana, numa das mais competitivas a operar no país.

 

Henrique Batalha 2Para o delegado da TAAG, “Cabo Verde possui um nível muito elevado em termos de aviação civil, fruto da própria organização do país.” Apesar de ser um país pequeno, Henrique Batalha é da opinião “que o mercado cabo-verdiano é um bom mercado para a TAAG, com grandes potencialidades de crescimento, fruto da boa governação e organização, para a qual contribui a hospitalidade e respeito do seu povo”, e acrescenta que “Cabo Verde é um país onde se pode trabalhar com toda a segurança, o que para a aviação civil é fundamental”.

Quando a TAAG iniciou as operações comerciais em Cabo Verde, há cerca de 8 anos atrás, foi uma aposta cheia de dúvidas uma vez que se levantavam muitas questões em torno da própria rentabilidade da rota. O aparelho utilizado, um “velhinho” 737-200 também não ajudava, que obrigava a várias escalas, “uma comercial em São Tomé e uma técnica em Abidjam ou Accra”. Atualmente, com a utilização dos 737-700 que equipam a novíssima frota da TAAG, “o quadro alterou-se significativamente, quer em termos de tráfego e comodidade, quer, acima de tudo, em termos de eficiência”, observa Henrique Batalha, destacando ainda o facto de já não haver necessidade para a execução da escala técnica, reduzindo substancialmente o tempo de voo para Cabo-verde.

Henrique Batalha 5

Com a transferência da frequência que a TAAG mantinha para Cabo Verde – a rota Luanda/São Tomé/Sal – a companhia aérea angolana apostou fortemente na frequência Luanda/São Tomé/Praia, com resultados extremamente positivos. Segundo Henrique Batalha, “houve um aumento de mais de 40% de tráfego, o que se reflete numa procura muito intensa destes novos destinos”, adianta.

Quando questionado sobre a possibilidade de novas alianças entre a TAAG e outras companhias aéreas com mais experiência, Henrique Batalha éperemptório ao afirmar que “as novas alianças são sempre importantes, no entanto não nos podemos esquecer de melhorar a nossa própria companhia, nomeadamente ao nível da requalificação e capacitação humana, que é um dos nossos grandes problemas, pois a TAAG é o espelho do pais em termos de aviação civil”.

Henrique Batalha

Atualmente, a rota Luanda/São Tomé/Praia, fruto do empenho e dedicação do funcionários e colaboradores das Linhas Aéreas de Angola, conta já com passageiros fidelizados. A ocupação desta linha é presentemente de 90 a 100%, o que segundo o seu delegado “é um resultado excelente”.


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Comentários

  1. José Tiago Diz: Dezembro 2, 2014 at 8:51 pm

    Meu caro tudo bem?
    Kandandos…..

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