Música


Ildo Lobo – A voz de ouro de Cabo Verde
18 Ago 2016

Ildo Lobo – A voz de ouro de Cabo Verde

Um homem de palco, de coração grande e que, com a sua voz inimitável, homenageou a música tradicional de Cabo Verde. Nascido em Pedra Lume, na Ilha do Sal, Ildo Lobo viria a tornar-se, com apenas 19 anos de idade, vocalista do grupo Os Tubarões. Esta relação, que iria durar mais de vinte anos, viria a marcar-lhe a carreira. Foi uma simbiose raramente repetível que fez com que Os Tubarões se tornassem o grupo musical com maior longevidade em Cabo Verde. Neles, a música cabo-verdiana viria a conhecer novos caminhos. Em 1996, lançou o seu primeiro CD a solo, a que se seguiram outros dois, num verdadeiro tributo à essência e à pureza da música cabo-verdiana. Morreu, prematuramente, a 20 de outubro de 2004 deixando-nos uma carreira musical repleta de sucessos. Será, para sempre, recordado como a Voz de Ouro de Cabo Verde.


Kim Alves — Promover a música de Cabo Verde
18 Ago 2016

Kim Alves — Promover a música de Cabo Verde

Joaquim Fernandes de Pina Alves, “Kim” Alves, nasceu há cinquenta anos na Achada de Santo António, no coração da cidade da Praia, em Santiago. Filho do conceituado violinista Djonsinho Alves, cedo se interessou pela magia que a música lhe transmitia. Aos cinco anos de idade já acompanhava o pai com o chocalho, os shakers e o pandeiro. A transição dos instrumentos de ritmo aos de cordas foi rápida. Em menos de um ano, o jovem Kim estava a tocar cavaquinho. Depois foi a viola de doze cordas, o violão e, por fim o violino. O gosto pela música e a paciência do pai em ensiná-lo viriam um dia a dar frutos. Kim Alves é atualmente um dos mais prestigiados produtores musicais de Cabo Verde.


Assim nasceu a morna “Sodade”
16 Ago 2016

Assim nasceu a morna “Sodade”

Alberto Francisco Cabral é o mais famoso contador de histórias da Praia Branca. O respeito e admiração que lhe conferem os seus 78 anos de idade, fazem dele uma autoridade na matéria. Homem viajado, percorreu muitos países a bordo dos navios por onde ia trabalhando, principalmente na Europa e no Brasil. Fica o lamento de nunca, nessas viagens, ter conhecido as ex-colónias portuguesas, e uma em particular: São Tomé e Príncipe, o destino de muitos dos que partiam de São Nicolau em busca de melhores oportunidades. É numa dessas despedidas que Alberto Cabral ouve pela primeira vez cantar, da voz do seu autor, a morna “Sodade”, talvez a música cabo-verdiana mais conhecida em todo o mundo. É a história dessa mesma morna que Alberto Cabral tem hoje para nos conta


Recuperar a tradição dos tamboreiros de São Nicolau
16 Ago 2016

Recuperar a tradição dos tamboreiros de São Nicolau

As notícias importantes eram, geralmente, acompanhadas por um tamboreiro. O soar do tambor era sinónimo que algo tinha, ou estava para acontecer. De forma cadenciada, e em função do teor da notícia, o tocador executava o ritmo adequado ao conteúdo da mensagem. Pelo tipo de toque empregue, sabia-se se eram boas ou más notícias. As populações reuniam-se então em local central para escutar as mensagens. Era assim há muitos anos atrás.


António da Cruz – O “tocador” de São Nicolau
16 Ago 2016

António da Cruz – O “tocador” de São Nicolau

António nasceu no dia de Santa Cruz, na zona do Palhal, no Tarrafal de São Nicolau. Por esse facto, seria batizado António da Cruz. Ainda muito jovem, acompanhou a madrasta até São Vicente. Foi na pequena aldeia piscatória do Calhau, na costa leste daquela ilha, que António da Cruz iria passar toda a sua juventude. Foi também por lá que viria a descobrir a sua imensa paixão pela música. O seu pai era tocador. Os quatro tios também. António tinha a música a correr-lhe pelas veias. Sempre que podia, o jovem Da Cruz fugia para junto dos tios. A música enfeitiçava-o.


Ferro Gaita — Os embaixadores do funaná
29 Jul 2016

Ferro Gaita — Os embaixadores do funaná

Os Ferro Gaita nasceram em 1996. Vivia-se na altura o renascer do funaná tradicional, em que os instrumentos eletrónicos que fizeram furor nos anos 80 começam a dar lugar aos tradicionais, num regresso às origens. Da reunião da “gaita” com o ferrinho, devidamente condimentado com a bateria e o baixo, assiste-se a uma explosão do funaná que, liderado pelo grupo Ferro Gaita, atinge patamares de...

Ler Mais


Zéca di Nha Reinalda  – O “Rei do Funaná”
23 Mai 2014

Zéca di Nha Reinalda – O “Rei do Funaná”

[su_spacer] A história de vida de Emanuel Dias Fernandes, ou Zéca di Nha Reinalda, mistura-se com a história do funaná de Santiago. Quer o ouçamos cantar nos bailes de conjunto ou nas dezenas de discos que gravou, o “Rei do Funaná” continuará a servir de inspiração a toda uma geração que, através do funaná, encontrou uma forma de se emancipar e exprimir. Aos 56 anos...

Ler Mais


Pancrácio da Cruz Tomar (Kaká) – Aproveitar todo o potencial da morna na Boa Vista
11 Mai 2014

Pancrácio da Cruz Tomar (Kaká) – Aproveitar todo o potencial da morna na Boa Vista

[su_spacer] Pancrácio da Cruz Tomar, ou Kaká, nome pelo qual é conhecido, nasceu a 11 de novembro de 1957 no seio de uma família humilde da Boa Vista. Ainda muito jovem conviveu com diversos músicos e compositores que, com as suas mornas, homenageavam o sentimento de um povo habituado às agruras da vida. O gosto pela música permaneceu vivo no seu íntimo e Kaká, acreditou...

Ler Mais


Juary Livramento – Preservar as raízes da música de Cabo Verde
08 Mai 2014

Juary Livramento – Preservar as raízes da música de Cabo Verde

[su_spacer] Sente-se com o dever de manter acesa a música tradicional da sua terra, e a morna, essa expressão cultural que orgulha todos os cabo-verdianos, foi o género musical de eleição. Como boavistense e cabo-verdiano, o jovem Juary Livramento tem a morna e os ritmos tradicionais de Cabo Verde no coração. Dono de uma voz profunda e melodiosa, sente o peso da responsabilidade quando muitos...

Ler Mais


Bana – Uma vida a dignificar a morna de Cabo Verde
30 Nov 2013

Bana – Uma vida a dignificar a morna de Cabo Verde

[su_spacer] Começou a aprender com o mestre. B.Léza, além de seu tutor, serviu-lhe igualmente de inspiração. A forma peculiar de cantar, arrastando as sílabas e atravessando os tempos musicais, foi em tudo moldada a partir dos ensinamentos de B.Léza. Esta forma particular de interpretação não reunia o consenso da generalidade das pessoas, o que, naqueles primeiros tempos, ajudou a ampliar a aura criada em torno...

Ler Mais



Page 1 of 41234